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sábado, 10 de setembro de 2016
A aventura das Grandes Navegações
Neste sábado, 10 de setembro, estamos reiterando nosso convite para que todos venham conhecer a exposição POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS - O SÉCULO DAS GRANDES NAVEGAÇÕES aqui na Casa de Leitura Lya Botelho, em Leopoldina-MG, patrocinada pela ENERGISA e com o Apoio Institucional da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho, Secretaria de Educação de Leopoldina e SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina.
O roteiro sugerido da visitação se inicia pelo hall de entrada da Casa de Leitura que busca ambientar o visitante ao clima sombrio do interior das caravelas. Essas embarcações que começavam a ser construídas e que tinham a capacidade de transportar até 120 homens em seus 20 metros de comprimento, eram inteiramente feitas em madeira, com os recursos técnicos disponíveis na época. Muitas não resistiam às longas viagens, ao movimento dos oceanos, aos parcos conhecimentos de navegação e, até mesmo, de construção náutica.
A, assim chamada, Escola de Sagres, reunia artesãos, construtores, cientistas, experientes capitães de embarcações marítimas e cartógrafos, todos em busca da melhor forma de construção desses barcos movidos a vento, da invenção de novos aparelhos de orientação e medição e do preparo "acadêmico" dos seus futuros responsáveis pelas viagens, para que as navegações fossem mais seguras e proveitosas. Afinal, além das vidas dos marinheiros, havia também a questão das cargas, uma das principais preocupações com a segurança das caravelas.
Na busca de caminhos mais seguros que os terrestres para comercializar com o oriente, esses marinheiros, pilotos e capitães designados por reis e banqueiros, lançavam-se aos desconhecidos oceanos, que ainda eram conhecidos como "mar tenebroso" para a aventura de uma vida inteira. Sabiam que grandes eram as chances de nunca mais retornarem, de morrerem afogados ou pelas mãos de povos bárbaros, estranhos, ainda desconhecidos. Ousaram enfrentar as "grandes águas", alguns em busca de liberdade, outros buscando a expiação de culpas e muitos pela possibilidade de ganhos materiais.
Mas, independente das verdadeiras intenções de cada um desses homens que arriscaram suas vidas no busca de caminhos para países distantes e exóticos, o grande mérito que todos compartilharam foi o de tornar o Mundo menor, reduzir as distâncias, criar o intercâmbio de culturas, de informações e de produtos, permitir que novas terras, novos continentes fossem encontrados, que a ciência progredisse e, especialmente a Europa, saísse das trevas da Idade Média e adentrasse, por via marítima, na Idade Moderna.
A exposição POR MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS - O SÉCULO DAS GRANDES NAVEGAÇÕES permanece aberta, até o dia 20 de dezembro, de segunda a sexta, das 8 às 11:30 horas e das 13 às 17:00 horas. Aos sábados, das 8 às 11:30 horas.
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quinta-feira, 30 de abril de 2015
2.986 visitantes no mês de Abril na Exposição OS FILHOS DA TERRA !
A exposição OS FILHOS DA TERRA, iniciada no último dia 6 de abril, termina o mês com um verdadeiro recorde de público: 2.986 visitantes!
Considerando-se que no mês de Abril, devido aos seus feriados, e à data de início da exposição (dia 6) a Casa de Leitura esteve funcionando por 18 dias, a nossa média diária foi de 166 visitantes. Devemos esse sucesso a todos que, uma vez mais, prestigiaram a Casa de Leitura Lya Botelho com sua presença e a confiança em mais este produto cultural ora oferecido ao público em geral.
Diretoras, Coordenadoras, Supervisoras e Professoras das redes pública e particular do nosso Município merecem todo o nosso reconhecimento e agradecimento pois são elas que atestam junto aos seus educandos a importância das assim chamadas "aulas de campo" e da expansão do seu conhecimento e do seu repertório imagético nas visitas que com eles promovem à exposição em questão e às demais que já produzimos.
A Casa de Leitura Lya Botelho e a FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho sentem-se honradas com a divulgação dada pelos diferentes órgãos de imprensa que assim também cumprem o seu papel comunitário na divulgação da informação de cunho cultural e educativo.
A todos que direta e indiretamente colaboraram para com a repercussão obtida por mais este evento educacional, o nosso mais sincero muito obrigado!
Patrocínio: ENERGISA
Apoio: Secretaria de Educação de Leopoldina, SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina e FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho
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segunda-feira, 13 de abril de 2015
Casa de Leitura Lya Botelho recebeu 840 visitantes na 1ª semana da exposição OS FILHOS DA TERRA
Aberta na segunda-feira 6 de abril de 2015, e com previsão de encerrar no próximo 27 de junho, a exposição "OS FILHOS DA TERRA", que conta com o patrocínio da ENERGISA e o apoio cultural da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho, da Secretaria de Educação de Leopoldina e da SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina, recebeu em sua primeira semana 840 visitantes.
Agradecemos a todos que aqui compareceram , em especial, às escolas E.M. Botelho Reis, E.M. Ribeiro Junqueira, Instituto Metodista Arca de Noé, Centro Educacional Conhecer, E.M. Judith Lintz, E.M. Cirene Gomes Valentim, E. E. Omar Resende Peres e a E.E. Marco Aurélio Monteiro de Barros, nas pessoas das suas Diretoras, Supervisoras, Coordenadoras e Professoras/es, por terem atendido ao nosso convite e trazido algumas das suas turmas de alunos para visitarem a exposição.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
"Os Filhos da Terra": um olhar sobre os que habitavam estas terras antes do seu descobrimento.
Os primeiros visitantes que aqui aportaram suas naus ficaram
maravilhados com a luxuriante beleza da paisagem, com as riquezas prodigamente
ofertadas pela Natureza e com a inocência dos habitantes.
A nudez dos “selvagens”, que assustava, atraía e escarnecia
o falso moralismo do europeu medieval, era como o próprio “novo mundo”, a nova
terra “descoberta”, a um tempo selvagem, rica em ofertas e possibilidades e
isenta dos pecados e malícias de predadores. Diferentemente dos Maias e Incas,
que habitavam outras porções da recém “descoberta” América, nossos índios ainda
viviam de forma mais primitiva, sem o grau de conhecimento e cultura que dos
seus primos andinos ou centro-americanos. Espalhados ao longo da costa, ligados
por laços de consanguinidade ou de linguagem, os habitantes originais destas
terras foram forçados a aceitar os seus “descobridores” e novas relações de
cunho social, trabalhista, familiar e de dominação foram se formando e
continuam a se desenvolver em mais de 500 anos de convivência.
Ao selecionarmos o Índio Brasileiro como tema de uma
exposição, a Casa de Leitura Lya Botelho busca, através de diversos recursos e
artifícios disponíveis, propiciar ao visitante um contato, ainda que majoritariamente
imagético, com brasileiros que aqui estavam há gerações quando as naus dos
navegantes portugueses adentraram as oceânicas águas do “Império das
Palmeiras”. Esses “filhos da terra” devem e merecem ser melhor conhecidos &
reconhecidos pela sua contribuição à nossa cultura, nossos costumes, formação
racial, nossas crenças e nosso estilo de viver, também chamado de “jeitinho
brasileiro”.
A Casa de Leitura Lya Botelho, com a exposição “OS FILHOS DA
TERRA”, pretende oferecer aos professores um material iconográfico bastante
variado que pudesse ser utilizado, a critério dos mesmos, como material
complementar para os alunos melhor refletirem e se expressarem a respeito da
questão do Índio no Brasil. Ao mesmo tempo, ao visitante interessado, esperamos
que o espaço da mostra seja uma experiência de imersão, através de um conteúdo
esteticamente exposto, num assunto que muitas vezes nos parece distante,
estranho e tão somente exótico.
O Índio, como qualquer outro ser humano, é um assunto que
não se pode pretender esgotar em 1 ou 1.000 exposições. O que podemos e devemos
fazer é ir criando e agrupando recortes, verdadeiros mosaicos sobre tão amplo
assunto, para que possamos a cada mostra, seminário, pesquisa, trabalho
acadêmico publicado, visita a reservas, áreas de proteção e museu temático, estudo
da legislação específica e demais ações, aumentarmos nosso conhecimento a fim
de que possamos desenvolver uma reflexão mais aprimorada sobre o tema.
“OS FILHOS DA TERRA” pode ser realizada graças ao apoio
recebido da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho e do patrocínio da ENERGISA,
nossa mantenedora e, orgulhamo-nos em dizer, uma empresa que investe em Cultura
nas suas mais diversas modalidades.
A exposição abre na segunda-feira 6 de abril, e seu horário
de funcionamento é o mesmo da Casa de Leitura Lya Botelho: de segunda a sexta,
das 8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h, e aos sábados das 8:00 às 11:30h. A
entrada é franca e a censura é livre.
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quarta-feira, 18 de março de 2015
A Casa de Leitura Lya Botelho apresenta, a partir de 6 de abril, a exposição "Os Filhos da Terra"
A Casa de Leitura Lya Botelho, dando sequência a um projeto
de exposições, tem o prazer de comunicar que entre os dias 6 de abril e 27
de junho estará apresentando ao público em geral, e em especial aos
estudantes de todos os níveis, a exposição “OS FILHOS DA TERRA”.
Buscando atender e nos integrar a um calendário escolar de
eventos e datas comemorativas, no primeiro semestre de 2015 estaremos focando o
índio brasileiro, cuja data oficial (Dia do Índio) é 19 de abril. Essa
exposição, que não pretende ser definitiva, pretende estimular no visitante um
aprofundamento maior a posteriori,
através de pesquisas, leituras, questionamentos, grupos de discussão, etc. que
lhe permita refletir sobre a questão do índio e sua contribuição na formação da
sociedade brasileira.
Do olhar que o estrangeiro que nestas terras aportou a
partir do seu descobrimento oficial até os elementos mais icônicos dos diversos
aspectos constitutivos da sua cultura, passando pela sua presença na
literatura, ópera, teatro, cinema e demais artes através da representação
muitas vezes estereotipada, a exposição foi montada para ser uma amostragem de
tudo isso, sem propor respostas, mas sim, reflexões.
A mostra permanecerá aberta de segunda a sexta-feira, das
8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h, e aos sábados das 8:00 às 11:30h.
Escolas e grupos de interessados que desejarem visitá-la
deverão agendar previamente através do e-mail: casadeleitura@gmail.com , fornecendo
os seguintes dados:
· - Dia e hora pretendidos (os agendamentos serão
realizados por ordem de recebimento)
· -Número de alunos (média de idade e série que
estão cursando)
· - Nome e telefone da Escola e do/a Professor/a que
irá acompanhar o grupo
· -Nome e telefone do Responsável pela Solicitação
de Agendamento
Lembramos que o número máximo de visitantes permitido dentro
do espaço da mostra é de 20 pessoas e que, portanto, turmas com um número maior
de alunos deverão ser divididas em grupos que atendam a essa solicitação. O
tempo máximo, por grupo, dentro do recinto da exposição é de 30 minutos.
Esta exposição se fez possível pelo Patrocínio da ENERGISA e
do apoio da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho, a quem muito agradecemos.
Colocamo-nos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas
e desde já agradecemos sua atenção.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015
São Sebastião, padroeiro de Leopoldina
Hoje é dia de S. Sebastião, santo padroeiro de Leopoldina. No sincretismo religioso estabelecido em nosso país, sua figura confunde-se com Oxóssi, entidade dos cultos africanos, talvez pela presença comum de flechas, na representação pictórica de ambos. Feriado municipal, céu impecavelmente azul, o calor na marca dos 30 e tantos graus, e um clima ainda meio de férias, de começo de ano.
O povoado surgido às margens de um córrego apelidado de "Feijão Crú", provavelmente devido a um incidente acontecido com o cozinheiro de uma das tropas que por aqui passavam, acabou por desenvolver-se no entorno de uma capela erigida em honra a São Sebastião, escolhido pelas primeiras famílias cristãs que por aqui se instalaram e a cuja figura atribuíam proteção contra a fome, a peste e as guerras. Desmembrado de Mar de Espanha e elevado à categoria de vila, em 27 de abril de 1854, com a denominação de São Sebastião do Feijão Cru, instalou-se como município aos 20 de janeiro de 1855, dia dedicado, no calendário católico, a S. Sebastião.
Sebastião era de Narbona, terra de sua mãe, ou de Milão segundo outros que acreditam ele ter nascido na mesma cidade que seu pai. Tendo sido educado em Milão e filho de uma família de nobres e militares, viveu quase toda a sua vida adulta em Roma chegando mesmo a ocupar o cargo de Capitão da guarda pretoriana, sendo muito respeitado por todos e estimado pelo Imperador Diocleciano que desconhecia o fato dele ser cristão, apesar de exercer seu apostolado entre seus companheiros.Também visitava e confortava os cristãos presos por causa de Cristo.
Evidentemente esta situação não poderia durar muito, e acabou sendo denunciado ao imperador que exigiu que ele optasse entre ser seu soldado ou seguir a Jesus Cristo. Sebastião escolheu a Cristo, o que enfureceu sobremaneira ao Imperador que o condenou à morte. Os soldados de Diocleciano prontamente executaram sua ordem, amarrando Sebastião a uma árvore e crivando-o com setas. Acreditando-o morto e a sentença imperial plenamente executada, retiraram-se, mas seus amigos, ao aproximarem-se de seu corpo para sepultá-lo, perceberam que ele ainda estava vivo. Levado à casa de uma cristã de nome Irene, lá restabeleceu-se.
Apesar de seus amigos o aconselharem a se ausentar de Roma, Sebastião se negou completamente, pois seu coração ardoroso do amor de Cristo impedia que ele não continuasse anunciando a seu Senhor. Corajosamente apresentou-se perante o Imperador, desconcertado porque o dava por morto, e o repreendeu com veemência pela sua sanguinolenta caça aos cristãos. Diocleciano, enfurecido, fez com que desta vez não houvessem erros e mandou que Sebastião fosse açoitado até a morte e seus despojos jogados num local lamacento, insalubre e ermo de Roma . Seus companheiros cristãos o recolheram e Lucinda, uma outra romana a quem o santo havia aparecido em sonho solicitando que o sepultassem nas catacumbas, cuidou de que o enterrassem na Via Apia, ao lado dos apóstolos.
O culto a São Sebastião é muito antigo; é invocado contra a peste, a fome, a guerra e contra os inimigos da religião. Muito venerado pelos nossos colonizadores, os portugueses sempre tiveram por ele grande devoção. Devoção essa que foi reforçada pelo fato do rei D. Sebastião, cujo nascimento evitou a união entre as coroas portuguesa e espanhola, ter nascido no dia 20 de janeiro, dia em que S. Sebastião é celebrado.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014
"Francisco: Raízes & Brasil", talento leopoldinense no fim de ano da Casa de Leitura Lya Botelho
Mara Max e Antônio Jorge Magalhães em "FRANCISCO: RAÍZES & BRASIL", espetáculo escrito, produzido e dirigido com muito talento e sensibilidade pelos próprios artistas e apresentado na Casa de Leitura Lya Botelho no domingo 21 de dezembro de 2014.
Este show encerra o calendário de eventos de 2014 do SABER COM SABOR promovido pela OSCIP FelizCidade, e também encerra o projeto CHICO PARA TODOS do CEM-Conservatório Estadual de Música Lia Salgado, de Leopoldina, em comemoração aos 70 anos do compositor Chico Buarque de Hollanda.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Chico Buarque no encerramento das atividades de 2014 da Casa de Leitura
O encerramento oficial das atividades da Casa de Leitura Lya Botelho aconteceu no domingo, dia 21 de dezembro, com um verdadeiro espetáculo de música proporcionado pelos artistas Mara Max e Antônio Jorge Gonçalves Magalhães.
Com um roteiro primoroso criado por Mara, que também cuidou da narração, sempre muito poética, a vida e a obra do compositor Chico Buarque de Hollanda foi o motivo para que quase uma centena de amigos e amantes da boa música se fizessem presentes ao último evento do ano da programação do SABER COM SABOR, desta feita, na Casa de Leitura
A seleção musical, dentro da vasta obra do Chico, foi a mais cuidadosa possível, buscando mostrar o homem, o artista, o cidadão em pleno exercício da reflexão política, o compositor censurado pelos ditames da ditadura, o amante, o compositor de música para teatro e cinema, o escritor.
FRANCISCO: RAÍZES & BRASIL, título do espetáculo, também encerra as comemorações dos 70 anos do famoso compositor e que foi tema de uma série de eventos culturais organizados pelo Conservatório Estadual de Música Lia Salgado, de Leopoldina.
Antônio Jorge Gonçalves Magalhães, autor dos arranjos, emprestou seu grande talento para, com voz de afinação impecável e um violão executado com virtuosismo, dar vida às letras de versos contundentes em sua poesia e humanidade escritos, durante décadas, por Chico Buarque.
Mara Max, por sua vez, trouxe a sonora delicadeza da flauta para o diálogo musical com seu parceiro no palco e iluminou a noite com sua fluída e segura narrativa do percurso do homem e do artista Chico Buarque, contextualizando-o dentro da Música Popular Brasileira e como um cidadão consciente do seu tempo e das suas possibilidades de contribuição, como artista, para uma maior reflexão da condição do brasileiro.
Foi uma noite memorável onde o público atendeu a solicitação dos artistas e contribuiu generosamente para com o Natal dos moradores do Asilo Santo Antonio, de Leopoldina.
A Casa de Leitura Lya Botelho agradece a todos os que puderam se fazer presentes e, em especial, aos artistas pelo excelente, impecável e memorável espetáculo apresentado.
Agradecemos, também, à nossa patrocinadora, ENERGISA, por viabilizar mais este evento que tanto contribuiu para com o sempre crescente nível dos eventos culturais à disposição do público leopoldinense.
À FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho, o nosso muito obrigado por nos apoiar em todos os aspectos na nossa missão de colaborar com a Cultura e a Educação leopoldinenses, sempre valorizando sua história e seus cidadãos.
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sábado, 13 de dezembro de 2014
Concerto de Natal na Casa de Leitura Lya Botelho / 2014
A Banda Princesa Leopoldina há 2 anos vem brindando, no mês de dezembro, o público leopoldinense com uma bela apresentação de temas natalinos executados por seu corpo de músicos e artistas especialmente convidados par a ocasião, contribuindo assim para que as festas de fim de ano fiquem mais alegres, coloridas e musicais.
Neste Natal de 2014 não foi diferente e, uma vez mais, o público presente ao evento desta noite pode desfrutar do talento desses jovens leopoldinenses e, como um presente extra, poder assistir à apresentação de cantores locais bastante conhecidos e carismáticos como JANAÍNA SOUZA, LIDIANE MACHADO e RODRIGO DE SÁ SCHETTINO.
Em clima de muita confraternização os músicos executaram peças clássicas natalinas e outras mais atuais, sempre sob a regência do maestro PAULO ROBERTO e reforçando a mensagem de Paz e Amor que essa festa cristã celebra.
Agradecemos o patrocínio da ENERGISA e o apoio da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho que nos permite ter acesso e poder compartilhar momentos tão significativos como este.
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Academia Leopoldinense de Letras e Artes homenageia em seu site um dos seus Patronos
LEOPOLDINA E LUIZ RAPHAEL: UM CASO DE AMOR
Texto de Alexandre Moreira sobre os quadros em exposição na Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho - Rua José Peres, 4 - Centro - Leopoldina, MG. Aberta ao público de 4 de novembro a 20 de dezembro de 2014, a mostra é patrocinada pela ENERGISA e tem Apoio Institucional da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho.
Luiz Raphael Domingues Rosa é patrono da Cadeira número 14 da Academia Leopoldinense de Letras e Artes.
https://www.scribd.com/doc/249244154/Leopoldina-e-Luiz-Raphael-um-caso-de-amor
Com os sinceros agradecimentos da Casa de Leitura Lya Botelho à ALLA-Academia Leopoldinense de Letras e Artes e à professora e pesquisadora Nilza Cantoni pela divulgação.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Convite para o Concerto de Natal 2014
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
A cidade e a Memória da Cidade
A memória é algo de fantástico e tão absolutamente preciosa a cada indivíduo que a perda da mesma (a senilidade, o Alzheimer, os traumatismos, etc) acaba sendo vista como uma das maiores tragédias que o ser humano pode ter que, um dia, enfrentar. Mas esses males não afligem apenas homens e mulheres, individualmente. A coletividade também pode ir perdendo o contato com o seu passado, com as suas raízes,
As cidades também possuem uma memória, registrada nas suas construções, nos seus parques e praças, na distribuição das ruas e bairros, nos nomes dados aos logradouros, na quantidade e guarda dos seus arquivos públicos e privados, nos museus, galerias e centros de informações turísticas que possuem, nas homenagens que prestam aos seus cidadãos e servidores, e tudo o mais que possa ser um registro significativo do passado e presente preservados para o futuro.
REMEMORIA 80 é o nome escolhido pelo leopoldinense Elias Abrahim Neto para denominar a exposição do seu acervo fotográfico e de documentos diversos ora apresentados na Casa de Leitura Lya Botelho, em Leopoldina-MG.
Rememorar é relembrar, lembrar novamente, trazer à tona imagens e sons do passado muito bem arquivados na memória e, numa época pré-computadores pessoais, máquinas fotográficas digitais, impressoras automáticas à laser, redes sociais, Google e internet, Elias Abrahim Neto assumiu para si, e com os recursos disponíveis então, a nobre função de registrar e arquivar a história da sua cidade.
Se hoje a Casa de Leitura Lya Botelho pode exibir ao público uma pequena fatia da história local (os anos 80 do século XX) é porque houve alguém que naquela época pensou em registrar a cidade e seus habitantes e dar a esse material os necessários cuidados de guarda e conservação.
O visitante ao adentrar a sala de exposição faz um mergulho na história de Leopoldina pois ali estão expostos os feitos e presenças de homens e mulheres que contribuíram para que pudéssemos desfrutar do Presente. Vê-se, através das fotografias expostas, uma cidade em constante evolução, tanto em sua forma urbana como nos agentes que fizeram parte da sua política, educação, cultura, esportes, lazer. Percebe-se, claramente, que o Presente, o momento atual, é resultado direto de diversas ocorrências, fatos, casualidades de âmbito nacional e internacional, mas que é, sobretudo, um reflexo direto do seu Passado. E, naturalmente, o que chamamos de Futuro haverá de ser a consequência dos nossos atos presentes. Conhecermos ou nos recordarmos do passado é manter viva a História pessoal e local, um importante fator para que possamos refletir sobre as ações Presentes e qual o impacto que as mesmas terão no Futuro.
O visitante à exposição REMEMORIA 80 não está fazendo um mergulho no túnel do tempo, mas adquirindo conhecimentos e recursos para poder melhor analisar o momento atual, o quanto houve de progresso real no sentido da construção de uma cidade mais humanizada, mais amigável, mais consciente dos seus próprios recursos, que se orgulha das suas raízes mas sem deixar de abrir-se para novas e úteis oportunidades.
A exposição REMEMORIA 80 fica aberta ao publico até o dia 20 de dezembro, de segunda à sexta das 8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h. Aos sábados, das 8:00 às 11:30h.
Todas as fotos exibidas nesta postagem fazem parte do acervo fotográfico de Elias Abrahim Neto.
Esta exposição tem o patrocínio master da ENERGISA e o apoio institucional da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho. Agradecemos o Apoio Cultural da Prefeitura Municipal de Leopoldina, da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura, Esportes, Lazer e Turismo do município.
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domingo, 30 de novembro de 2014
Almanack do Arrebol: um almanaque cultural leopoldinense
Conheci o Almanack do Arrebol em 2013, durante a realização da exposição "Do Feijão Cru ao Girassol Maravilhoso: tempo e memória leopoldinense", por intermédio de Luciano Baía Meneghite, sobrinho do seu criador.
Percebi, desde o primeiro momento, estar à frente de um produto cultural da maior qualidade e que, surpreendentemente, era inteiramente pensado e realizado em Leopoldina, por gente desta cidade. Digo que fiquei surpreso pois não é comum ainda hoje em cidades do interior do Brasil, com um número de habitantes que se conta às dezenas dos milhares, surgir esse tipo de veículo impresso e com o nível de qualidade de material informativo que o Almanack do Arrebol divulgava, ainda na década de 80 do século XX.
Recebi, então, a visita do leopoldinense Elias Abrahim Neto, seu idealizador, editor, diagramador, colaborador e distribuidor. Trazia consigo todos os 9 volumes editados, num período que se estendeu por 3 anos. Pude então observar, após a leitura dos mesmos, que apesar de terem se passado aproximadamente 34 anos desde que o seu número Zero circulou, nada em seu conteúdo havia perdido o significado ou importância e que continuava a ser perfeitamente atual em sua proposta e artigos publicados.
Vi, naquelas 9 pequenas revistas, um verdadeiro arquivo fotográfico e documental de enorme importância para todo aquele que pesquisa e se interessa pela história de Leopoldina e sua gente. O conteúdo, que basicamente trata do patrimônio da cidade, em nada perdeu a atualidade dos seus temas. Memorialistas, escritores, artistas, fotógrafos, todos locais, produziram matérias que ainda hoje, passadas mais de 3 décadas, ressaltam a importância da educação patrimonial, da conservação e valorização da cultura local, dos seus prédios e monumento, dos seu recursos naturais e do conhecimento da história local.
Ocupando o cargo de Coordenador da Casa de Leitura Lya Botelho, e sempre na pesquisa de temas que possam ser transformados em exposições abertas ao público em geral, não demorei em fazer o convite ao Elias Abrahim Neto para uma mostra do seu acervo fotográfico referente à década de 1980, enriquecendo e complementando uma mostra sobre o Almanack do Arrebol.
Convite feito e aceito, a exposição REMEMORIA 80: LEOPOLDINA NOS ANOS 1980 DO SÉCULO XX, abriu suas portas para o publico no dia 4 de novembro e deve continuar até o dia 20 de dezembro.
Como o público alvo da Casa de Leitura Lya Botelho é o dos estudantes, posso afirmar que as escolas públicas e particulares da cidade trouxeram, somente no primeiro mês de funcionamento da exposição, mais de 2.500 dos seus alunos. Isso é um verdadeiro termômetro do quanto tudo o que se refere à educação patrimonial encontra ressonância na escola. Graças ao apoio incondicional da Secretaria de Educação de Leopoldina, professores, alunos e, naturalmente, o público em geral visitam diariamente a exposição e dela saem ainda mais conscientes dos seus deveres, como cidadãos, na identificação, catalogação, preservação e divulgação do patrimônio cultural, material e imaterial, de Leopoldina.
Alexandre Moreira
Coordenador da Casa de Leitura Lya Botelho
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sábado, 29 de novembro de 2014
Apresentação, em vídeo, da exposição REMEMORIA 80
Entre os dias 4 de novembro e 20 de dezembro de 2014 a Casa de Leitura Lya Botelho, de Leopoldina-MG, estará apresentando a exposição REMEMORIA 80 que reúne fotos, documentos e objetos da década de 80 do século passado do acervo do leopoldinense ELIAS ABRAHIM NETO.
O presente vídeo foi gravado pelo Sr. Elias como uma forma de apresentação pessoal da exposição ora em curso.
Agradecemos ao Sr. Rodrigo Rodrigues (Focus Fotografia & Vídeo) pela gentileza na realização desse material digital.
A exposição REMEMORIA 80 tem o patrocínio master da ENERGISA e o apoio institucional da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho.
Patrocínio Cultural: Prefeitura Municipal de Leopoldina, Secretaria de Educação de Leopoldina, Secretaria de Cultura, Esportes, Lazer e Turismo de Leopoldina.
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Um pequeno histórico do movimento espírita leopoldinense extraído das páginas do Almanack do Arrebol
Elizabeth Montenari, figura emérita e sempre lembrada do movimento espirita leopoldinense, foi uma das personalidades locais a escrevem para o “Almanack do Arrebol”, revista cultural criada e editada na década de 1980 por Elias Abrahim Neto.
Este artigo, e muitos outros mais, pode ser apreciado na íntegra numa visita à exposição REMEMORIA 80 que apresenta parte do acervo fotográfico e documental do leopoldinense, Elias Abrahim Neto.
A exposição permanece aberta até 20 de dezembro, de segunda a sexta-feira das 8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h. Aos sábados, das 8:00 às 11:30h.
Esta exposição tem o patrocínio da ENERGISA e da Secretaria de Cultura, Esportes, Lazer e Turismo de Leopoldina.
Apoio: Prefeitura Municipal de Leopoldina, Secretaria Municipal de Educação e FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho.
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A boneca quebrada: um conto de Maria José Garcia extraído do Almanack do Arrebol
"A boneca quebrada" é um sensível conto natalino escrito por Zezé Garcia e publicado numa das primeiras edições do Almanack do Arrebol, revista cultural que circulou na década de 80 em Leopoldina e que teve Elias Abrahim Neto como seu criador e editor.
Uma belíssima ilustração (bico de pena ou gravura em água-forte?) do grande artista Paulo Roberto Lisboa enriquece a beleza do texto da professora e doutora Maria José Garcia.
A exposição REMEMORIA 80 que acontece até 20 de dezembro na Casa De Leitura Lya Botelho, em Leopoldina-MG, permite que o visitante conheça essa publicação cultural que é um marco dentro das letras & artes da região da Zona da Mata mineira.
A exposição está aberta de segunda à sexta, das 8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h. Aos sábados, das 8:00 às 11:30h.
Patrocínio: ENERGISA
Apoio Cultural: Prefeitura Municipal de Leopoldina, Secretaria de Educação de Leopoldina e Secretaria de Cultura, Esportes, Lazer e Turismo de Leopoldina.
Apoio Institucional: FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho
Festas populares: a cidade em celebração, na obra de Luiz Raphael Domingues Rosa
A Igreja do Rosário reina absoluta, envolta pelo brilho de uma lua em seu quarto minguante e pelos sons, perfumes e movimentos da festa que acontece na pracinha.
A corrida de coelhinhos, o chocolate quente, a maçã do amor, o bingo, os risos, a conversa das comadres, a correria dos “anjinhos” depois da coroação da santa, a paquera, a fofoca, o namorico que surge, a roupa especial de ir à missa, um finzinho de perfume de incenso escapando da porta da igreja, a vizinhança observando a festa que acontece, nada escapava aos olhos e memória do artista plástico Luiz Raphael Domingues Rosa.
O controle absoluto do pincel ao reproduzir a igreja e a liberdade alegre em retratar a festa, tudo reunido numa única tela, num único quadro. Domínio da técnica em função da emoção, o maior atributo dos grandes artistas, e Luiz Raphael era pródigo nisso. Esses festejos do mês de maio quando aconteciam a coroação da Virgem por uma revoada de anjinhos, foram capturados pelo saudoso artista em seus menores detalhes, com a precisão de quem conta uma história. Olhar esse quadro é como assistirmos a um filme, onde cada cena, cada movimento, cada personagem soma para compor uma história. E, em sendo o artista o saudoso Luiz Raphael Domingues Rosa, a história será da sua Leopoldina, terra amada que ele morreu retratando.
Quadro: “Igreja do Rosário” (2001) / Acervo Marlene Meireles
Este óleo sobre tela faz parte da exposição LEOPOLDINA E LUIZ RAFAEL RAPHAEL: UM CASO DE AMOR que segue até o dia 20 de dezembro de 2014 na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / centro Leopoldina-MG).
Esta exposição é patrocinada pela ENERGISA e tem o Apoio Institucional da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho.
Apoio Cultural: Prefeitura Municipal de Leopoldina, Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura, Esportes, Lazer e Turismo de Leopoldina.
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A corrida de coelhinhos, o chocolate quente, a maçã do amor, o bingo, os risos, a conversa das comadres, a correria dos “anjinhos” depois da coroação da santa, a paquera, a fofoca, o namorico que surge, a roupa especial de ir à missa, um finzinho de perfume de incenso escapando da porta da igreja, a vizinhança observando a festa que acontece, nada escapava aos olhos e memória do artista plástico Luiz Raphael Domingues Rosa.
O controle absoluto do pincel ao reproduzir a igreja e a liberdade alegre em retratar a festa, tudo reunido numa única tela, num único quadro. Domínio da técnica em função da emoção, o maior atributo dos grandes artistas, e Luiz Raphael era pródigo nisso. Esses festejos do mês de maio quando aconteciam a coroação da Virgem por uma revoada de anjinhos, foram capturados pelo saudoso artista em seus menores detalhes, com a precisão de quem conta uma história. Olhar esse quadro é como assistirmos a um filme, onde cada cena, cada movimento, cada personagem soma para compor uma história. E, em sendo o artista o saudoso Luiz Raphael Domingues Rosa, a história será da sua Leopoldina, terra amada que ele morreu retratando.
Quadro: “Igreja do Rosário” (2001) / Acervo Marlene Meireles
Este óleo sobre tela faz parte da exposição LEOPOLDINA E LUIZ RAFAEL RAPHAEL: UM CASO DE AMOR que segue até o dia 20 de dezembro de 2014 na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / centro Leopoldina-MG).
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Local:
Leopoldina - MG, Brasil
A casa dos avós: memória e emoção na pintura de Luiz Raphael Domingues Rosa
A casa dos avós: tantas vezes perpetuada nas delicadas e precisas pinceladas sobre a tela branca. O começo de tudo. O lugar do nascimento. A família. A origem.
A construção austera e bela da Rua Barão de Cotegipe, no centro da cidade, de onde se podia apreciar das sacadas o desenvolvimento trazido pelo trem, os caixeiros-viajantes e visitantes chegando aos hotéis e pensões, a casa bancária logo em frente recebendo seus clientes. A loja, no pavimento térreo, aberta para o movimento da rua, a atrair compradores com suas mercadorias cuidadosamente dispostas nas prateleiras. A vida acontecendo no ritmo do dia a dia.
Essa memória idílica da residência-loja dos avós foi algumas vezes retratada por Luiz Raphael Domingues Rosa, talvez premonitoriamente para que hoje pudéssemos comparar o passado ao presente, pudéssemos avaliar em como tratamos as construções históricas e as de arquitetura distinta da nossa cidade.
Dificilmente hoje, o passante desinformado reconhecerá na decadência do imóvel a antiga beleza das formas coloniais remanescentes do barroco rural, da importância do comércio na construção da própria cidade e dos símbolos das famílias que aqui, então, iam construindo sua descendência. Hoje, escondida entre outras edificações de gosto duvidoso, a casa da família do patriarca Raphael Domingues agoniza por falta de cuidados, de atenção, de respeito pelo valor histórico e patrimônio que representa.
Quadro: “Casa Comercial Raphael Domingues” (1973) / Acervo: Angela Domingues Rosa
Este óleo sobre tela faz parte da exposição LEOPOLDINA E LUIZ RAFAEL RAPHAEL: UM CASO DE AMOR que segue até o dia 20 de dezembro de 2014 na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / centro Leopoldina-MG).
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A construção austera e bela da Rua Barão de Cotegipe, no centro da cidade, de onde se podia apreciar das sacadas o desenvolvimento trazido pelo trem, os caixeiros-viajantes e visitantes chegando aos hotéis e pensões, a casa bancária logo em frente recebendo seus clientes. A loja, no pavimento térreo, aberta para o movimento da rua, a atrair compradores com suas mercadorias cuidadosamente dispostas nas prateleiras. A vida acontecendo no ritmo do dia a dia.
Essa memória idílica da residência-loja dos avós foi algumas vezes retratada por Luiz Raphael Domingues Rosa, talvez premonitoriamente para que hoje pudéssemos comparar o passado ao presente, pudéssemos avaliar em como tratamos as construções históricas e as de arquitetura distinta da nossa cidade.
Dificilmente hoje, o passante desinformado reconhecerá na decadência do imóvel a antiga beleza das formas coloniais remanescentes do barroco rural, da importância do comércio na construção da própria cidade e dos símbolos das famílias que aqui, então, iam construindo sua descendência. Hoje, escondida entre outras edificações de gosto duvidoso, a casa da família do patriarca Raphael Domingues agoniza por falta de cuidados, de atenção, de respeito pelo valor histórico e patrimônio que representa.
Quadro: “Casa Comercial Raphael Domingues” (1973) / Acervo: Angela Domingues Rosa
Este óleo sobre tela faz parte da exposição LEOPOLDINA E LUIZ RAFAEL RAPHAEL: UM CASO DE AMOR que segue até o dia 20 de dezembro de 2014 na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / centro Leopoldina-MG).
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Local:
Leopoldina - MG, Brasil
Domingo de Carnaval: o Tempo e a Memória na obra de Luiz Raphael Domingues Rosa
Domingo de Carnaval. O centro da cidade é palco de um corso de carros carregados de piratas, odaliscas, colombinas. Na estação foliões brincam na plataforma, não se importando com chegadas ou partidas. O que vale é a diversão.
O cruzamento da Barão de Cotegipe com os trilhos da estrada de ferro é onde se exibem no convés de sua embandeirada nau os divertidos piratas-da-perna-de-pau-do -olho-de-vidro-da-cara-de-mau. Logo ali, um carro transformado numa estrelada tenda onde diáfanas odaliscas se esquecem do silêncio do deserto e, vindo em sentido contrário, pierrôs e colombinas saúdam Momo, que reina sobre os festejos.
Caminha pela rua um gigante nada ameaçador a brincar com os foliões enquanto a dupla de marinheiros, que provavelmente nunca tenha chegado até o mar, caminha em direção à folia que acontece em terra firme. Na graciosa casa da esquina, que um dia sucumbirá ao tal do progresso, a sedutora espanhola encanta, com sua beleza e figurino, um entusiasmado arlequim que por ela esqueceu-se da Colombina.
Uma das mais lúdicas e sensíveis obras criadas por Luiz Raphael Domingues Rosa , “Domingo” é um quadro para ser apreciado com poesia no olhar. O convite para tomarmos parte nessa encantadora festa pagã se faz na perspectiva de linhas acentuadas, no símbolismo dos trilhos que nos indicam o caminho da diversão, no colorido dos figurinos cuidadosamente detalhados, na luz quente que permeia a atmosfera da festa, na pequena máscara negra, em primeiríssimo plano, esquecida nas pedras do chão.
Carnavais já foram assim, feitos de imaginação, sonho, fantasia e inocência. Os domingos também, quando se ia ao cinema, passeava-se pela praça, trocavam-se olhares e sorrisos, bilhetinhos românticos eram passados às escondidas e ainda permitíamo-nos encontrar e desfrutar alegrias nas coisas mais simples.
Visionário e intuitivo, como o são os artistas, Luiz Raphael conservou esse momento de festa na sua Leopoldina em tinta e tela para que hoje pudéssemos conhecer, ou recordar, o que o Tempo insiste em apagar.
Quadro: “Domingo” (1994) / Acervo: Dr. Ormeo Lopes Faria Filho
Este quadro faz parte da exposição LEOPOLDINA E LUIZ RAFAEL RAPHAEL: UM CASO DE AMOR que segue até o dia 20 de dezembro de 2014 na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / centro Leopoldina-MG).
Esta exposição é patrocinada pela ENERGISA e tem o Apoio Institucional da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho.
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O cruzamento da Barão de Cotegipe com os trilhos da estrada de ferro é onde se exibem no convés de sua embandeirada nau os divertidos piratas-da-perna-de-pau-do
Caminha pela rua um gigante nada ameaçador a brincar com os foliões enquanto a dupla de marinheiros, que provavelmente nunca tenha chegado até o mar, caminha em direção à folia que acontece em terra firme. Na graciosa casa da esquina, que um dia sucumbirá ao tal do progresso, a sedutora espanhola encanta, com sua beleza e figurino, um entusiasmado arlequim que por ela esqueceu-se da Colombina.
Uma das mais lúdicas e sensíveis obras criadas por Luiz Raphael Domingues Rosa , “Domingo” é um quadro para ser apreciado com poesia no olhar. O convite para tomarmos parte nessa encantadora festa pagã se faz na perspectiva de linhas acentuadas, no símbolismo dos trilhos que nos indicam o caminho da diversão, no colorido dos figurinos cuidadosamente detalhados, na luz quente que permeia a atmosfera da festa, na pequena máscara negra, em primeiríssimo plano, esquecida nas pedras do chão.
Carnavais já foram assim, feitos de imaginação, sonho, fantasia e inocência. Os domingos também, quando se ia ao cinema, passeava-se pela praça, trocavam-se olhares e sorrisos, bilhetinhos românticos eram passados às escondidas e ainda permitíamo-nos encontrar e desfrutar alegrias nas coisas mais simples.
Visionário e intuitivo, como o são os artistas, Luiz Raphael conservou esse momento de festa na sua Leopoldina em tinta e tela para que hoje pudéssemos conhecer, ou recordar, o que o Tempo insiste em apagar.
Quadro: “Domingo” (1994) / Acervo: Dr. Ormeo Lopes Faria Filho
Este quadro faz parte da exposição LEOPOLDINA E LUIZ RAFAEL RAPHAEL: UM CASO DE AMOR que segue até o dia 20 de dezembro de 2014 na Casa de Leitura Lya Botelho (R. José Peres, 4 / centro Leopoldina-MG).
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Local:
Leopoldina - MG, Brasil
Uma loja na Cotegipe: o cotidiano da cidade na obra de Luiz Raphael Domingues Rosa
A loja na esquina das R. Barão de Cotegipe e Travessa Pedro II também foi motivo de inspiração para o artista plástico Luiz Raphael Domingues Rosa e encontra-se hoje entre os quadros originais desse leopoldinense em exibição na mostra LEOPOLDINA E LUIZ RAPHAEL: UM CASO DE AMOR, que acontece até 20 de dezembro na Casa De Leitura Lya Botelho, em Leopoldina-MG.
Todo assunto em que pudesse, através do seu talento com tintas e pincéis, registrar sua cidade, interessava a Luiz Raphael. Não havia nada pequeno ou corriqueiro demais que escapasse aos seus olhos treinados de artista, pois a beleza e a importância do registro encontra-se em toda parte.
A loja aberta para receber seus clientes, onde se vê a mercadoria à venda sendo cuidada pela proprietária e as estudantes que passam pela calçada, indo ou vindo da escola na luminosidade do dia, é um fragmento do cotidiano da cidade. Luiz Raphael Domingues Rosa sabe que momentos como esse, imagens como essa, irão um dia desaparecer, se transformar com o passar do tempo e as mudanças naturais de hábitos das pessoas e da própria paisagem urbana e, por isso mesmo, os registra com aguda sensibilidade.
Quadro: "Casa Abrahão" (1975) Acervo: Cândida Maria Cortes Botelho
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