quinta-feira, 30 de abril de 2015

2.986 visitantes no mês de Abril na Exposição OS FILHOS DA TERRA !


A exposição OS FILHOS DA TERRA, iniciada no último dia 6 de abril, termina o mês com um verdadeiro recorde de público: 2.986 visitantes!

Considerando-se que no mês de Abril, devido aos seus feriados, e à data de início da exposição (dia 6) a Casa de Leitura esteve funcionando por 18 dias, a nossa média diária foi de 166 visitantes. Devemos esse sucesso a todos que, uma vez mais, prestigiaram a Casa de Leitura Lya Botelho com sua presença e a confiança em mais este produto cultural ora oferecido ao público em geral.

Diretoras, Coordenadoras, Supervisoras e Professoras das redes pública e particular do nosso Município merecem todo o nosso reconhecimento e agradecimento pois são elas que atestam junto aos seus educandos a importância das assim chamadas "aulas de campo" e da expansão do seu conhecimento e do seu repertório imagético nas visitas que com eles promovem à exposição em questão e às demais que já produzimos.


A Casa de Leitura Lya Botelho e a FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho sentem-se honradas com a divulgação dada pelos diferentes órgãos de imprensa que assim também cumprem o seu papel comunitário na divulgação da informação de cunho cultural e educativo.

A todos que direta e indiretamente colaboraram para com a repercussão obtida por mais este evento educacional, o nosso mais sincero muito obrigado!

Patrocínio: ENERGISA
Apoio: Secretaria de Educação de Leopoldina, SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina e FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho



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sábado, 18 de abril de 2015

Exposição bate recorde de público em sua 2ª semana: 1.012 visitantes!


Completamos neste sábado a segunda semana (de 13 a 18 de abril) da exposição OS FILHOS DA TERRA com um novo recorde de público: 1.012 visitantes.

Este é um bom momento para agradecer a todos os que direta e indiretamente colaboraram e continuam a colaborar para o sucesso desta empreitada:


  • ENERGISA
  • FOJB- Fundação Ormeo Junqueira Botelho
  • Mônica Pérez Botelho
  • Secretaria de Educação de Leopoldina
  • SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina
  • Iris Meirelles
  • Maria Thereza Weneck
  • Professores e Escolas da rede Pública Municipal
  • Professores e Escolas da rede Pública Estadual
  • Professores e Escolas da rede Particular de Leopoldina e da Região
  • PR Comunicação
  • Dayana Valle Fotografia
  • Renata Arantes
  • Grupo Assum Preto
  • Maria Lúcia Braga
  • Elias Abrahim
  • José Gabriel Viveiros
  • Cristian Henrique Decoração
  • Geraldo Pinturas
  • Lilian Aparecida Carraro Rocha
  • Carlos Wender Eletricista
  • Ferragens Maia
  • Jornal Leopoldinense On Line, Jornal Atual, O Vigilante, Tribuna do Povo, Jornal Inconfidência, Jornal Zona da Mata
  • Radio Jornal AM - Programa Roda Viva
  • Radio Cidade FM - Projeto Equipe a Radio
  • Rede Atividade TV
  • Lucilia Paixão
  • Marcia Vaz Barbosa
  • Fernanda Espíndola
  • Rodrigo Baptista Ramos
  • Alice, Bia, José, Evaldo, José Carlos, Márcio Ney e Sebastião

Nossos agradecimentos especiais vão para todos aqueles que postam fotos e comentários a respeito da exposição nas redes sociais, ajudando-nos assim a melhor divulgá-la, atingirmos novos públicos interessados e, consequentemente, divulgarmos nossa cidade.
A todos os nosso apoiadores, a todos aqueles que já visitaram e aos que ainda visitarão a exposição OS FILHOS DA TERRA, o nosso muito obrigado pois todo o mérito deste evento deve-se integralmente à cooperação tão gentilmente nos dada por vocês.


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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Casa de Leitura Lya Botelho recebeu 840 visitantes na 1ª semana da exposição OS FILHOS DA TERRA


Aberta na segunda-feira 6 de abril de 2015, e com previsão de encerrar no próximo 27 de junho, a exposição "OS FILHOS DA TERRA", que conta com o patrocínio da ENERGISA e o apoio cultural da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho, da Secretaria de Educação de Leopoldina e da SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina, recebeu em sua primeira semana 840 visitantes.


Agradecemos a todos que aqui compareceram , em especial, às escolas E.M. Botelho Reis, E.M. Ribeiro Junqueira, Instituto Metodista Arca de Noé, Centro Educacional Conhecer, E.M. Judith Lintz, E.M. Cirene Gomes Valentim, E. E. Omar Resende Peres e a E.E. Marco Aurélio Monteiro de Barros, nas pessoas das suas Diretoras, Supervisoras, Coordenadoras e Professoras/es, por terem atendido ao nosso convite e trazido algumas das suas turmas de alunos para visitarem a exposição.



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domingo, 5 de abril de 2015

OS FILHOS DA TERRA: um olhar sobre o indígena brasileiro


Começa nesta segunda-feira, 6 de abril, na Casa de Leitura Lya Botelho, em Leopoldina-MG, mais uma exposição dedicada à história e à questão étnica, OS FILHOS DA TERRA.
A presença indígena que tanto deve ter impressionado os primeiros europeus a pisarem estas terras parece estar se diluindo, mais e mais, como assunto de aulas, cursos, debates, pesquisas e mesmo no contato e imaginário da população. Especialmente aqui, na Zona da Mata mineira, pouco ou nenhum contato os mais jovens têm com populações indígenas. Muitos nem mesmo sabem serem, ou não, aparentados, descendentes desses grupos.

A ausência, na proximidade, de reservas indígenas, sítios arqueológicos abertos à visitação, museus e até mesmo material didático e/ou capacitação de professores visando o ensino e o estudo mais sistemático e imersivo sobre esses primeiros habitantes do que hoje conhecemos como nação brasileira, levaram a FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho, através da Casa de Leitura Lya Botelho, a eleger o índio brasileiro como tema da primeira exposição do ano.

Com recursos da ENERGISA e o apoio cultural da Secretaria de Educação de Leopoldina e da SRE-Superintendência Regional de Ensino de Leopoldina, viabilizou-se uma exposição que pretende dar ao visitante uma visão geral sobre a Cultura, além de despertar um interesse maior para os demais aspectos antropológicos e sociológicos que a questão do índio motiva.

Como toda e qualquer exposição, esta também possui os seus condicionantes, que vão dos limites físicos do espaço de exibição, do público alvo, do tempo de duração e, até mesmo, o fato dela em momento algum pretender ser definitiva. Como todas as múltiplas etnias que povoam e povoaram o planeta, a indígena tem uma história própria que, no nosso caso, abrange muitos séculos mais do que os 500 e poucos anos desde a descoberta cabralina. Esses grupos, que se espalhavam por todo o continente, possuiam idiomas, conhecimentos, recursos próprios e viviam em diferentes estágios evolutivos. Meio milênio depois de contato com o branco, diversos grupos desapareceram, tradições, conhecimentos e rituais foram esquecidos seja pelo extermínio desses povos, seja pela sua integração e consequente dissolução no que ousamos chamar "civilização".

A Casa de Leitura Lya Botelho, que desde a sua criação há 6 anos busca criar formas facilitadoras de acesso à Cultura através de mostras, exposições, biblioteca infanto juvenil, exibições de vídeos e filmes, apresentação de shows musicais e espetáculos teatrais, lançamento de livros, espera que, com a exposição OS FILHOS DA TERRA jovens e adultos do nosso município e região despertem sua atenção e reflexão sobre a questão indígena brasileira, ampliando seu conhecimento a respeito através do contato com diferentes conteúdos pertinentes.

A exposição permanece aberta até 27 de junho e está inscrita na 13ª Semana dos Museus promovida pelo IBRAM-Instituto Brasileiro de Museus (18 a 24 de maio, com o tema "Museus para uma sociedade sustentável"), no horário normal de funcionamento da Casa de Leitura Lya Botelho.

Serviço:

Casa de Leitura Lya Botelho
R. José Peres, 4 (centro) Leopoldina-MG
E-mail: casadeleitura@gmail.com
Tel.: (32) 3441-2090

Patrocínio:  ENERGISA


Casa_De_Leitura_Lya_Botelho's  album on Photobucket




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sexta-feira, 27 de março de 2015

OS FILHOS DA TERRA: "making of" de uma exposição

Painéis criados por Sabrina Ferreira / PR Comunicação Visual
Acredito que um bom número das pessoas que costumam visitar exposições, sejam elas quais forem, têm alguma curiosidade em saber como é que se "constrói" uma mostra. Como se escolhe o tema, o que motiva essa escolha, como se decide o estilo da apresentação, qual o esquema cromático da mesma, onde se buscam o acervo que a compõe, quem cria o cenário e seus equipamentos, quem cuida da iluminação, quem decide o que será exibido, enfim, uma série de perguntas, dúvidas ou curiosidades que temos quando visitamos um museu, uma galeria, um centro cultural, uma mostra pública, temática, etc


Pesquisa iconográfica
É natural que, com os eventos, especialmente os de mostras e exposições realizadas aqui na Casa de Leitura Lya Botelho não seria diferente e recebemos, através das mídias sociais e de e-mails, perguntas a respeito.
Como nos demais espaços culturais existentes, temos uma linha que nos norteia, um público alvo e um orçamento e, posso garantir, isso é o básico em toda e qualquer instituição, pública ou privada que se propõe a produzir e exibir algo.



Então, vamos lá:
  • ainda que estejamos sempre muito abertos para organizar mostras sobre os mais diversos assuntos ou personagens, buscamos priorizar os temas que tenham, de alguma forma, uma ligação com a nossa cidade ou região. Personalidades locais, eventos marcantes da comunidade, patrimônio cultural material ou imaterial pertencente ao nosso município, nossas origens, usos e costumes, são temas sempre muito apreciados e que ocupam um lugar bastante especial em nossos interesses quando temos de decidir.
  • desejamos que a Casa de Leitura Lya Botelho seja sempre vista como um local pluricultural e que atende a diversos interesses da população. Porém, todos aqueles que estudam, sejam os muito jovens que se iniciam nos primeiros contatos com a escola, os adolescentes, aqueles que que atendem a cursos profissionalizantes, os universitários ou os adultos que inteligentemente decidiram recuperar o tempo e se dedicam voluntariamente ao aprendizado, esse é um público pelo qual temos enorme carinho e para o qual dedicamos o melhor dos nossos esforços.
  • A Casa de Leitura Lya Botelho pertence à Fundação Ormeo Junqueira Botelho e é patrocinada pela ENERGISA. Portanto, graças aos recursos providenciados por essa empresa, cujas raízes nos trazem à memória personalidades ímpares da nossa história, é que podemos programar e realizar exposições além de todas as demais ações que fazem parte do nosso calendário anual de atividades.

Isto posto, cabe aquela pergunta: "e como é que se escolhe o tema e decide-se o que e como mostrar?"

Parte do material básico de consulta
Pois é, esse é um dos aspectos mais interessantes porque reside aí, na escolha do tema, a possibilidade de sucesso do evento. Acertar no que a maior parte da população gostaria de ver, conseguir transformar isso num "objeto" que caiba em nossa Sala de Exposição, pesquisar muito, escolher entre milhares de fotos e textos, identificar o que deve e pode ser destacado, o que é mais significativo dentro do conjunto de possibilidades de uso de material, essa é o que chamamos de "a Grande Arte".

Tenho muita sorte, como Coordenador da Casa de Leitura Lya Botelho e encarregado da produção das mostras, em ter como chefe Mônica Pérez Botelho, presidente da Fundação Ormeo Junqueira Botelho, uma interlocutora da maior qualidade. É com ela que discuto desde o tema, as primeiras idéias, até os menores detalhes. Ela me permite total liberdade de escolhas e sugestões e de resolver esteticamente a mostra dentro do meu conhecimento e gosto pessoal. Acredito que todos que trabalham nessa área específica gostariam de possuir exatamente isso: liberdade de criação mas sem também ficar isolado, à deriva, sem ninguém com quem dialogar. É nesse diálogo, nessa troca e na confiança que tenho em seu bom senso, conhecimento e experiência que busco opiniões e soluções, indicações, recomendações, apoio e conforto (sim, porque acontece de haver, às vezes, momentos difíceis, em que se tem de abrir mão de idéias consideradas geniais, de ser obrigado a reconhecer que algumas pretensões são pretensiosas demais, de impossibilidades técnicas construtivas e ter que trabalhar dentro da realidade espacial, temporal, de mão de obra, orçamentária possíveis) no longo processo entre a ideia original e o dia da abertura da exposição.

Aquisição de objetos: loja da FUNAI-RJ
O que e quanto se vai mostrar depende, evidentemente, do material possível de ser encontrado, coletado, emprestado ou adquirido. Se estivermos pensando em usar, por exemplo, o acervo de alguém falecido, precisamos verificar se o número de peças deixadas são representativas do ex-dono, em que condição estão e se existem em número suficiente para ocuparem o espaço e justificarem uma exibição. A Casa de Leitura Lya Botelho, por exemplo, tem uma Sala de Exposições com uma determinada medida e o que vamos mostrar tem que, necessariamente, caber no espaço e ainda sobrar lugar para circulação de visitantes. Pensem em 25 alunos, em média, mais uma ou duas professoras, dentro dessa sala. Temos que acomodar a todos e, inclusive, a exposição. Essa é uma condicionante importante. Dentro desse princípio sabemos que poderemos, um dia, exibir uma motocicleta, mas não caberá (nem passará pela porta) no recinto um, digamos, Ford Galaxy.

Daí vem a fase de pesquisa, de seleção e edição dos textos, imagens, objetos, mobiliário a ser utilizado e dos fornecedores que irão, na verdade, transformar idéias e projetos em realidade. Esse pessoal precisa ser mesmo muito bom, conhecedores do seu ofício, maleáveis com datas e horários de atendimento, receptivos a novas idéias e materiais de uso. Eles precisam muito mais que simplesmente executar um pedido: precisam entender a exposição, dissecá-la junto, em todos os seus detalhes, para então poderem realizar a "magica" da transformação. 

Se o fornecedor for do tipo que só sabe dizer que "isso não vai dar certo", "isso não vai ficar bom", "acho que você vai se arrepender quando estiver pronto", ele definitivamente não serve. Procure outro imediatamente. Falta-lhe ousadia, coragem e determinação, coisas que qualquer pessoa que trabalha criativamente e na área de produção de eventos necessita ter. 

Começa, então o tempo de execução, quando tudo está nas mãos dos fornecedores e a cada momento somos consultados para esclarecer algo, dizer como resolver determinado detalhe, responder a muitos "como é mesmo que você quer que fique?", e coisas mais técnicas e menos interessantes tais como problemas-surpresa com paredes que não estão estruturalmente alinhadas, portas e janelas demais no espaço que não podem ser eliminadas ou disfarçadas, tomadas e interruptores faltando ou, pior, colocadas exatamente onde não deveriam estar, e por aí vai.

Marcenaria: bases e suportes
Talvez, na minha experiência, os melhores momentos são aqueles em que o espaço começa a parecer transformado e você vê nascer a exposição. É quando o pintor lhe entrega o serviço e a cor escolhida permite exatamente o efeito pretendido. Quando chegam os móveis ou suportes, quando o pessoal da adesivagem recobre paredes e mais paredes com plotagens que parecem gigantescas se comparadas com as telas de computador onde você as criou. Quando começa o processo de colocar todo o material selecionado no seu devido lugar e de encontrar, então, outras e novas possibilidades de mostrá-lo, fugindo da timidez ou tirania dos primeiros croquis. É quando, depois de um dia de muito trabalho, quando o cansaço parece ser irreversível e você já está indo para casa descansar mas resolve voltar, só por mais um minuto, à Sala de Exposição, acende novamente as luzes e... está tudo lá! Do jeito que você sonhou, da maneira que imaginou, da forma que você montou, desmontou e tornou a  remontar, milhares e milhares de vezes em sua imaginação. 

É claro que a exposição, seja ela qual for, não é sua: é de todos e para todos. Portanto, a cada dia, em cada visitante, em cada aluno, professor, pais, avós, parentes, amigos, conhecidos e desconhecidos você busca identificar se acertou ou não. No olhar, na expressão corporal, no número de fotos e selfies feitas, no tempo gasto na Sala de Exposição, no silêncio ou nas perguntas que o público nos faz é que vamos colhendo os resultados e obtendo a medida do alcance e significado do nosso trabalho, do nosso empenho em contribuir para a valorização e pleno acesso ao Conhecimento. 

Daí, quando se dá conta, já está na hora de colocar aquela "outra" ideia no papel e começar a "namorá-la", discuti-la, rabiscando maneiras, estratégias e formatos para que ela, também, um dia possa existir. E quando a gente percebe, já não se pensa em outra coisa senão "a próxima"!




Agradecimentos Especiais a estes Fornecedores e Amigos que ajudam (e muito!) a construir sonhos:

Geraldo Pintor, Carlos Wender Eletricista, Maria Lucia Braga, Romulo Nascimento, Cristian Henrique, Elias Abrahim Neto, Renata Arantes, Grupo Assum Preto e a turma toda da PR Comunicação: Sabrina, Priscila, Carlinhos, Rodinelle, Saulo, Thiago e Rubinho.
Nosso reconhecimento aos nossos amigos da Mídia, os jornalistas, radialistas, blogueiros e divulgadores que, generosamente, promovem o evento, tornando-o conhecido do grande público e registrando, para o futuro, a sua existência.

Nossa imensa gratidão e reconhecimento à nossa patrocinadora, ENERGISA e ao Apoio recebido da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho e da SRE-Superintendência Regional de Ensino Leopoldina e Secretaria de Educação de Leopoldina.


sexta-feira, 20 de março de 2015

"Os Filhos da Terra": um olhar sobre os que habitavam estas terras antes do seu descobrimento.


Os primeiros visitantes que aqui aportaram suas naus ficaram maravilhados com a luxuriante beleza da paisagem, com as riquezas prodigamente ofertadas pela Natureza e com a inocência dos habitantes.

A nudez dos “selvagens”, que assustava, atraía e escarnecia o falso moralismo do europeu medieval, era como o próprio “novo mundo”, a nova terra “descoberta”, a um tempo selvagem, rica em ofertas e possibilidades e isenta dos pecados e malícias de predadores. Diferentemente dos Maias e Incas, que habitavam outras porções da recém “descoberta” América, nossos índios ainda viviam de forma mais primitiva, sem o grau de conhecimento e cultura que dos seus primos andinos ou centro-americanos. Espalhados ao longo da costa, ligados por laços de consanguinidade ou de linguagem, os habitantes originais destas terras foram forçados a aceitar os seus “descobridores” e novas relações de cunho social, trabalhista, familiar e de dominação foram se formando e continuam a se desenvolver em mais de 500 anos de convivência.


Ao selecionarmos o Índio Brasileiro como tema de uma exposição, a Casa de Leitura Lya Botelho busca, através de diversos recursos e artifícios disponíveis, propiciar ao visitante um contato, ainda que majoritariamente imagético, com brasileiros que aqui estavam há gerações quando as naus dos navegantes portugueses adentraram as oceânicas águas do “Império das Palmeiras”. Esses “filhos da terra” devem e merecem ser melhor conhecidos & reconhecidos pela sua contribuição à nossa cultura, nossos costumes, formação racial, nossas crenças e nosso estilo de viver, também chamado de “jeitinho brasileiro”.


A Casa de Leitura Lya Botelho, com a exposição “OS FILHOS DA TERRA”, pretende oferecer aos professores um material iconográfico bastante variado que pudesse ser utilizado, a critério dos mesmos, como material complementar para os alunos melhor refletirem e se expressarem a respeito da questão do Índio no Brasil. Ao mesmo tempo, ao visitante interessado, esperamos que o espaço da mostra seja uma experiência de imersão, através de um conteúdo esteticamente exposto, num assunto que muitas vezes nos parece distante, estranho e tão somente exótico.

O Índio, como qualquer outro ser humano, é um assunto que não se pode pretender esgotar em 1 ou 1.000 exposições. O que podemos e devemos fazer é ir criando e agrupando recortes, verdadeiros mosaicos sobre tão amplo assunto, para que possamos a cada mostra, seminário, pesquisa, trabalho acadêmico publicado, visita a reservas, áreas de proteção e museu temático, estudo da legislação específica e demais ações, aumentarmos nosso conhecimento a fim de que possamos desenvolver uma reflexão mais aprimorada sobre o tema.

OS FILHOS DA TERRA” pode ser realizada graças ao apoio recebido da FOJB-Fundação Ormeo Junqueira Botelho e do patrocínio da ENERGISA, nossa mantenedora e, orgulhamo-nos em dizer, uma empresa que investe em Cultura nas suas mais diversas modalidades.


A exposição abre na segunda-feira 6 de abril, e seu horário de funcionamento é o mesmo da Casa de Leitura Lya Botelho: de segunda a sexta, das 8:00 às 11:30h e das 13:00 às 17:00h, e aos sábados das 8:00 às 11:30h. A entrada é franca e a censura é livre.